Com um riso contido, uma gargalhada? Não sei. Não sou boa nesse negócio de imaginar a felicidade como algo tangível. Tem quem pense que ela está nos pequenos momentos, no valor que damos às coisas boas, no reviver. Também tenho uma amiga que diz não ser feliz porque nunca foi à Grécia, por exemplo. E concordo com tudo. E todos. Felicidade é algo que não se alcança nem se pega com as palmas das mãos. É algo bom, sim. Mas há horas em que dá mais medos do que certezas. E é nessas horas, malditas horas, que ela escapa.
Então choramos, nos escoramos em tudo o que estiver por perto e parecer bom, ressurgimos. E acreditamos que nesse “ressurgir” também habita a felicidade. O ânimo de saber que sobrevivemos, que suplantamos a porra da dor, que vencemos.
Acabei de receber mensagem de uma pessoa fofa e grata. E isso me fez feliz. Deixei de sair hoje só para montar meu miniateliê. E também fui feliz. Optei por beber somente dois dias nessa semana para “limpar a alma”, consegui e… fui feliz.
Reencontrei o povo da Trash, que hoje comemora 7 anos - parabéns! -, e adorei. Fui à Gambiarra e dancei. Bati ponto no Filial-eterno-de-uma-mente-sem-lembranças e, mais uma vez, me diverti.
Pessoas queridas fazem a vida melhor. E vidas melhores agregam mais e mais pessoas queridas.
Talvez a minha feliciade esteja nisso. Em escrever também sobre coisas boas justamente para que se tornem ainda mais vivas e reais. Sem medo dessa vez.
(mais um post dedicado ao casal de amigos que tem feito meus dias valerem cada segundo. Muito do que está escrito aqui veio de deliciosas conversas com eles)






É nessa hora que eu choro? hahahaaahhaaha
Já volto pra fazer um comentário que preste.
Prometo.
beijo.
Também não sei precisar o que é felicidade, mas deve ser com certeza aquele tempo que gasto para não ser infeliz (não ser infeliz inclui também meu comprometimento social).